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O principal índice da bolsa de valores brasileira, o Ibovespa, encerrou o pregão desta quinta-feira em território negativo, refletindo um dia de aversão a risco no mercado doméstico. O movimento de desvalorização foi generalizado, mas se concentrou com maior intensidade nos setores de varejo e materiais básicos, que lideraram as perdas e ditaram o ritmo de queda do índice ao longo de todo o dia.
Entre os destaques negativos, as empresas ligadas ao consumo discricionário e à mineração foram as que mais sofreram com a pressão vendedora. A lista das maiores baixas do dia é encabeçada por grandes nomes desses segmentos, apresentando variações significativas que chamaram a atenção dos investidores. Abaixo, detalhamos o desempenho das ações que mais desvalorizaram nesta sessão, listadas do maior para o menor prejuízo, com base nos dados oficiais de fechamento.
A Lojas Renner S.A. (LREN3) foi o papel com o pior desempenho do dia, registrando uma queda expressiva de 5,2% e fechando cotado a R$ 16,20. No setor de mineração e siderurgia, a CSN Mineração S.A. (CMIN3) também acumulou perdas consideráveis, com recuo de 4,8%, terminando o pregão negociada a R$ 5,37. Completando o quadro de maiores quedas, a Méliuz S.A. (CASH3) desvalorizou 4,5%, com suas ações encerrando o dia ao preço de R$ 2,13, refletindo mais um dia de pressão sobre os ativos de maior risco e menor liquidez do mercado.
Empresas que mais caíram no pregão:
- Lojas Renner S.A. (LREN3): Setor de Varejo. Queda de 5,2%. Preço atual: R$ 16,20.
- CSN Mineração S.A. (CMIN3): Setor de Mineração. Queda de 4,8%. Preço atual: R$ 5,37.
- Méliuz S.A. (CASH3): Setor de Tecnologia. Queda de 4,5%. Preço atual: R$ 2,13.